O andar entre a linha das datas
Cravadas na pedra sobre seu corpo,
Faz lembrar que estar morto,
É uma realidade inata.
Nessa linha, anda-se para frente e só,
Do tempo que passa, o proprio, sem dó,
Leva amarrado e não desata.
Destino, sim, de fato,
Não te esqueças ai estupefato,
E viva a vida sensata.